
Existe um momento silencioso na jornada de todo proprietário.
Aquele em que o anúncio já está no ar há semanas — às vezes meses — e o imóvel continua vazio.
As visitas são poucas. As mensagens diminuem. E a explicação parece óbvia demais para ser questionada: “o preço está alto”.
Essa é a conclusão mais comum.
E, quase sempre, a mais confortável.
Afinal, mexer no valor é simples. Difícil mesmo é encarar que, muitas vezes, o problema não está no número — mas na forma como a locação está sendo conduzida.
Quando um imóvel demora para alugar, o preço vira o bode expiatório perfeito. Ele absorve a culpa de tudo: da divulgação mal feita, das fotos ruins, da falta de estratégia, da ausência de acompanhamento profissional. Reduzir o valor passa a ser uma tentativa de compensar erros que nunca foram corrigidos na origem.
E é aqui que o jogo começa a ficar caro.
Um imóvel pode estar perfeitamente precificado e, ainda assim, não gerar interesse. Não porque ele não vale aquilo, mas porque não está sendo apresentado como deveria. Porque não conversa com o público certo. Porque está perdido em meio a anúncios genéricos, sem narrativa, sem posicionamento, sem leitura de mercado.
Locação não é sobre “colocar na internet e esperar”.
É sobre condução.
Quando essa condução falha, o imóvel fica parado. E imóvel parado custa. Custa em condomínio, IPTU, manutenção, desgaste emocional e, principalmente, na percepção de valor. Quanto mais tempo um anúncio fica no ar, mais ele “envelhece” aos olhos do mercado. E quanto mais envelhece, mais difícil se torna negociar depois — mesmo quando surge um bom interessado.
Nesse cenário, o proprietário se vê pressionado. Pressionado a baixar o preço. Pressionado a aceitar qualquer perfil. Pressionado a transformar urgência em decisão. E decisões tomadas sob pressão raramente são boas para o patrimônio.
A locação eficiente começa antes do anúncio. Começa na leitura correta do imóvel, do entorno, do público e do momento. Passa por uma precificação estratégica — não apenas “compatível”, mas competitiva. Exige apresentação profissional, divulgação nos canais certos, análise criteriosa dos interessados e acompanhamento constante de todo o processo.
Quando esses elementos estão alinhados, o imóvel não precisa implorar para ser alugado. Ele encontra o inquilino certo com mais rapidez, menos desgaste e muito mais segurança.
Por isso, sempre digo: o maior risco para o proprietário não é cobrar um pouco mais ou um pouco menos. É tratar a locação como um evento pontual, quando ela deveria ser encarada como gestão contínua de renda e patrimônio.
Alugar bem não é sorte.
É método.
É estratégia.
É gestão.
E quando a gestão é bem feita, o preço deixa de ser um problema — e passa a ser consequência.
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Vamos entender juntos o que está travando a locação e qual o melhor caminho para transformar o imóvel em renda — com segurança e tranquilidade.
Pedro Tavares
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