
A vistoria quase nunca incomoda no início da locação. O imóvel está vazio, tudo parece em ordem e o contrato começa sem ruídos. O problema é que a vistoria não existe para o começo. Ela existe para o fim.
E é justamente no fim que a maioria dos conflitos aparece.
Muitos proprietários tratam a vistoria como um simples checklist ou um conjunto de fotos. Algo rápido, apenas para “registrar o estado do imóvel”. No dia a dia, isso parece suficiente. Na devolução, vira dor de cabeça.
Quando surgem danos, desgastes excessivos ou divergências sobre o estado do imóvel, tudo gira em torno da vistoria inicial. Se ela não descreve com clareza, se as fotos não são objetivas ou se o laudo é genérico, o proprietário perde força na discussão.
Sem vistoria bem feita, não existe comparação justa.
Sem comparação, não existe cobrança segura.
É comum o proprietário sentir que o imóvel foi devolvido pior do que recebeu, mas não conseguir provar. O inquilino, por outro lado, se apoia exatamente nas falhas do laudo para contestar qualquer responsabilidade. E quando isso acontece, o conflito está armado.
Outro erro frequente é confundir vistoria com inspeção visual. Vistoria não é apenas ver se o imóvel está “bonito” ou “feio”. Ela precisa registrar detalhes: pintura, pisos, portas, janelas, instalações, funcionamento, marcas, desgastes e condições reais de uso.
O que não está descrito, não existe.
O que não está comprovado, não é exigível.
No fim do contrato, a vistoria é o principal documento de defesa do proprietário. Ela define o que é desgaste natural e o que é dano. Define se há cobrança, negociação ou aceitação. Quando ela é fraca, o proprietário fica refém da interpretação do outro lado.
E o problema se agrava quando a locação já teve outros erros: contrato genérico, inquilino mal analisado, garantia ineficiente. A vistoria passa a ser o último ponto de proteção — e falha.
Por isso, vistoria não deve ser vista como custo ou burocracia. Ela é parte da estrutura da locação. Uma boa vistoria reduz conflitos, acelera acordos e evita prejuízos silenciosos, aqueles que o proprietário aceita apenas para “não se estressar”.
Quando a vistoria é bem feita, o fim do contrato é mais simples.
Quando não é, ela vira o centro do problema.
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Pedro Tavares
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